Rio de Janeiro, 15 de Dezembro de 2018

Curtir a Vida na Dose Certa

Curtir a Vida na Dose Certa
“Curtir a Vida na Dose Certa” esclarece sobre direitos dos jovens em ter acesso à educação sexual e aos métodos que auxiliem a evitar a gravidez não planejada
 
 
Entre os adolescentes brasileiros, o início da vida sexual tem acontecido cada vez mais cedo. O sexo na adolescência é uma realidade que preocupa pais, educadores e médicos. Segundo uma pesquisa realizada pelo BENFAN (Sociedade para o Bem-Estar Familiar), para o Ministério da Saúde, de cada três garotas, entre 15 e 19 anos, pelo menos uma tem vida sexual ativa. Acredita-se que este número seja ainda maior, já que grande parte das garotas não assume que já faz sexo.
 
 
Com o objetivo de conscientizar os jovens sobre sexualidade e métodos contraceptivos, a Libbs Farmacêutica realiza a Campanha “Curtir a Vida na Dose Certa”, distribuindo cerca de 25 mil folhetos sobre o tema em consultórios médicos de todo o país. Além dos folhetos, a empresa disponibiliza informações no site Saber Mulher (www.sabermulher.com.br), em uma área específica para adolescentes.
 
 
“O conhecimento sobre os métodos contraceptivos e os riscos advindos de relações sexuais desprotegidas é fundamental para que os adolescentes possam vivenciar o sexo de maneira adequada e saudável, assegurando a prevenção da gravidez indesejada e das DST/AIDS”, afirma a Dra. Aricia Helena Giribela, médica do Departamento de Ginecologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, autora da separata “Adolescência – Uso de contraceptivos”, distribuída pela equipe de propagandistas da Libbs a médicos ginecologistas do país.
 
 
Segundo o Código de Ética Médica, do Conselho Federal de Medicina, os adolescentes têm direito à educação sexual, bem como ao acesso à informação sobre contracepção, à confidencialidade e ao sigilo sobre sua atividade sexual e sobre a prescrição de métodos anticoncepcionais.
 
Alguns médicos ginecologistas, porém, ainda têm receio em prescrever anticoncepcionais a menores de 14 anos, mas a Dra. Arícia tranqüiliza a classe médica, tendo como respaldo jurídico o Código de Ética Médica e o manual de orientação “Saúde da Adolescente” da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. “Em relação ao temor da prescrição de anticoncepcionais para menores de 14 anos, não existindo a presunção do estupro, devem ser consideradas todas as medidas cabíveis para a melhor proteção da saúde do adolescente, o que retira qualquer possibilidade de penalidade legal”, diz ela.
 
Nas últimas décadas, o número de mulheres que iniciam a vida sexual antes de completar 20 anos tem aumentado. Entretanto, diversos estudos na América Latina têm mostrado que menos de 20% dos homens e de 15% das mulheres usam algum método anticoncepcional na primeira relação, apesar de não desejar uma gravidez. Como conseqüência, um número cada vez maior de adolescentes tem gestações indesejadas e, em muitos casos, são interrompidas, recorrendo ao aborto, que é praticado freqüentemente em péssimas condições higiênicas e técnicas, com risco de complicações e graves seqüelas, inclusive a morte.
 
O aborto não é o único risco, já que muitas vezes as mulheres durante uma gravidez indesejada ou inoportuna não fazem acompanhamento pré-natal ou o iniciam muito tardiamente, aumentando os riscos de morbidade e mortalidade para a mãe e para o recém-nascido. Diante desta situação, a Dra. Arícia faz um alerta: “Além dos riscos para a saúde, a gravidez acidental precoce também apresenta conseqüências sociais importantes, entre elas, abandono dos estudos, diminuição do padrão de vida e problemas no futuro profissional, que levam a profundas alterações do projeto de vida”.
 
 
 
Métodos para adolescentes
 
 
De acordo com a cartilha sobre Direitos Sexuais, editada e distribuída pelo Ministério da Saúde, “todos os métodos anticoncepcionais que existem hoje podem ser utilizados na adolescência depois da primeira menstruação, no entanto, alguns métodos são mais adequados que outros nessa fase da vida”. A publicação diz ainda que os anticoncepcionais orais de baixa dose podem ser utilizados com segurança por mulheres saudáveis a partir da primeira menstruação.
 
“A redução nas doses dos hormônios utilizados na composição dos contraceptivos vem sendo priorizada com o objetivo de diminuir os efeitos colaterais, como náusea, dor nas mamas e dor de cabeça. E além dos benefícios contraceptivos, os anticoncepcionais orais possuem outros benefícios, como tratamento da acne, melhora das cólicas, regularidade menstrual, diminuição do fluxo, manutenção da massa óssea, diminuição da incidência de câncer de ovário e de intestino”, acrescenta a Dra. Arícia. “Mas devemos sempre lembrar que nenhum método hormonal promove proteção contra as DST/AIDS e o preservativo masculino deve ser priorizado para qualquer mulher sexualmente ativa”, finaliza.
 
A Libbs Farmacêutica é um dos maiores fabricantes nacionais de contraceptivos do Brasil e atua na área de Saúde da Mulher, com um portfólio de 15 produtos.
 
Acesse mais informações sobre contracepção no site www.sabermulher.com.br

 
Sobre a Libbs
 
 
Presente no mercado de medicamentos éticos desde 1958, a Libbs Farmacêutica tem 903 funcionários, opera duas fábricas, uma no bairro da Pompéia e outra na cidade de Embu, em São Paulo. Distribuindo medicamentos em todo o País, e faturando cerca de 340 milhões de reais por ano (dados de 2005, publicados pelo IMS), a empresa é um dos poucos laboratórios farmacêuticos no Brasil que mantêm uma unidade industrial de química fina para produção de insumos para a indústria farmacêutica. A empresa atua nas áreas ginecológica, cardiovascular, neuropsiquiátrica, gastroenterológica, respiratória, dermatológica e oncológica. Os produtos mais vendidos atualmente são: Diminut (contraceptivo), Libiam (reposição hormonal), Ancoron (antiarrítmico), Cebrilin (antidepressivo), Finalop (tratamento e prevenção da calvície masculina), entre outros.
 
 
 

Crédito:Fatima Nazareth

Autor:Ana Carolina Prieto

Fonte:Segmento Comunicação Integrada