Rio de Janeiro, 04 de Abril de 2020

Madeira de demolição está em alta

A madeira de demolição tem aspectos particulares como a aparência envelhecida que agrada a maioria das pessoas, por trazer ao ambiente um ar de aconchego.
 
 
A sustentabilidade é um tema que cada vez mais ocupa lugar em nossas vidas. Não adianta negar, mas hoje, antes de jogarmos um papel na rua, pensamos duas vezes.
 
Utilizar recursos naturais tornou-se uma necessidade do nosso planeta para a sobrevivência das espécies e é obrigação de todo arquiteto gerir os recursos naturais que podem ser reaproveitados.
 
A arquitetura de interior entrou na onda do sustentável utilizando entre outros materiais de grande relevância, a madeira de demolição.
 
Ela pode ser modelada de várias formas por ser um material que sempre se manterá único frente às tendências impostas pelo mercado.
 
Além de ser ecologicamente correta, a madeira de demolição tem aspectos particulares como a aparência envelhecida que agrada a maioria das pessoas, por trazer ao ambiente um ar de aconchego sem ter a cara de lugares rústicos e primitivos.
 
Ela é reaproveitada da demolição de construções, onde geralmente são encontradas nas estruturas e nas matérias-primas.
 
A idéia de modelar pisos, móveis, esquadrias, objetos de decoração e até mesmo forros, garante a reutilização desse material que é extremamente durável já que a madeira passa por um processo de estufa natural, que garante uma alta resistência contra rachaduras e empenamentos por estar extremamente seca.
 
Mas engana-se quem pensa que estará economizando ao comprar esse material, afinal muitas dessas madeiras estão extintas e todas necessitam ser restauradas e remodeladas para serem utilizadas novamente.
 
Entre as madeiras comercializadas  estão: Peroba, Jacarandá, Ipê, Canela, Pinho e Riga.
 
Além de todas as vantagens citadas acima, a madeira de demolição tem uma versatilidade que nenhum outro material tem, pois pode receber tratamentos diferenciados ao longo dos anos.
 
Ou seja, você pode mudar a cara do seu piso polindo-o mais ou menos, ebanizando, clareando, e escolher até que nível do rústico você quer dar a ele.
 
 
 
 

Crédito:Luiz Affonso

Autor:Vanessa Karine

Fonte:Universo da Mulher