Rio de Janeiro, 21 de Outubro de 2017

Condomínio deixou de ser seguro

Com o crescimento de assaltos e arrastões, os condomínios estão perdendo o status de ‘ilha de segurança’
 
A incidência de roubos neste seguimento crescem a cada dia  e acontecem mais entre 18h00 e 6h00.
 
Os casos de arrastão a condomínios na cidade de São Paulo cresceram neste ano.
 
Segundo pesquisa divulgada recentemente dos 32 roubos a condomínios registrados no estado de São Paulo, cerca de 82% aconteceram entre às 18h00 e 6h00, quando a maioria dos moradores já está em casa.
 
Sempre se pensou que condomínios de prédios oferecessem uma maior segurança que casas, mas a ‘ilha de segurança’ vem se mostrando algumas vezes vulnerável.
 
Este crescimento nos arrastões a condomínio, principalmente de prédios (78%), está relacionado ao aumento na criminalidade no País, como apontam diversas estatísticas. 
 
Cerca de 47% dos roubos são realizados por pequenos bandos, com até 5 pessoas.
 
“Condomínios bem equipados não são alvos de quadrilhas, pois os assaltantes preferem locais que não apresentem muita dificuldade de acesso e ação”, defende Walter Uvo, da empresa de segurança FocusMind.
 
Hoje em dia, as possibilidades para investir em segurança patrimonial são inúmeras mas os custos são elevados.
 
“O investimento em segurança não é em vão. Para isso são necessários gravadores digitais, também conhecidos como DVR (Digital Video Recorder), stand-alone profissionais, câmeras de alta definição, mini câmeras, micro câmeras, placas de alarme, sensores de presença, botões de pânico, sensores magnéticos e serviços como monitoramento 24 horas através de uma central própria (alarme e vídeo), apoio operacional com uma equipe qualifica para atender a necessidade local, serviços técnicos (instalações e manutenções), consultoria de segurança e cabines blindadas com vigilante  são fundamentais.”, detalha o especialista em segurança.
 
Houve uma época em que apartamento representava uma maior segurança contra assaltos.
 
“Essa realidade mudou, porém os prédios ainda são menos vulneráveis.  Para dificultar a ação dos bandidos, é necessário que os condomínios contratem empresas de segurança que façam um projeto especifico para o local onde é avaliado áreas de risco eminentes a segurança do condomínio  e definido os equipamentos que mais se adequam a tal necessidade. Depois disso, é feito um projeto especifico para a guarita e formalizado alguns procedimentos operacionais para evitar ações bem sucedidas de quadrilhas”, detalha Uvo.
 
Mas, na hora de contratar os serviços de segurança a administradora, o síndico e seus condôminos devem ter o cuidado de escolher o melhor projeto.
 
O mercado oferece muitas opções, porém algumas são amadoras. È necessário ter certeza de quais equipamentos e serviços são adequados. O sucesso de um sistema de segurança eletrônica é sustentado por 3 pilares, sendo eles equipamentos de qualidade, instalações muito bem feitas e uma central de operações remota atenta, treinada, extremamente preparada e com um fluxo de reciclagem nos processo e procedimentos constantes. Isso tudo é o que garante o sucesso de um sistema de segurança eletrônica e a tranqüilidade das pessoas freqüentadoras do respectivo estabelecimento. Também é fundamento um procedimento muito bem elaborado para que a sinergia entre a portaria e a central de monitoramento funcionem de forma a se complementarem. Isso é fruto do que chamamos de consultoria de segurança”, explica Walter.
 
Para maiores informações sobre o assunto acesse www.focusmind.com.br.

 

Crédito:Luiz Affonso

Autor:Euracy Campos

Fonte:Universo da Mulher