Rio de Janeiro, 24 de Junho de 2017

Jardins externos valorizam o imóvel e tornam a convivência muito mais agradável

Em casas e condomínios com áreas livres, jardins bem elaborados deixam a paisagem mais bonita.

Os jardins são um oásis de beleza natural e tranquilidade em um mundo cada vez mais desenvolvido, repleto de construções e prédios.
 
Quem já foi a Europa, viu fotos ou imagens, e pôde conferir os jardins encantadores e espetaculares de seus castelos medievais com diferentes estilos de plantas, fica com aquele desejo de trazer um pouquinho daquela beleza para perto de onde mora.
 
Em casas e condomínios residenciais ou comerciais, que tenham áreas livres no entorno, é possível valorizar a paisagem criando jardins externos bem elaborados através de um projeto paisagístico profissional.
 
Mas, há também quem se arrisque a criar seu próprio jardim, porém não é aconselhável se aventurar sem buscar conhecimento para tanto. 
 
“Para criar um jardim externo é muito importante saber se o local tem sombra ou sol, pois, disso dependerá a escolha das espécies que serão plantadas. Há outros detalhes que devem ser observados, como se na vizinhança tem um prédio enorme ou muros altos, que evite a entrada da luz solar”, destaca a arquiteta e paisagista Daniela Sedo.

O tipo de solo é também determinante para o desenvolvimento de um jardim. 
 
“Primeiro, averigúe se é daquele tipo que encharca quando chove e é difícil de ser drenado ou se é um solo que quando chove a água vai embora rapidamente, ficando seco, pois a escolha das plantas dependerá de cada um deles, Há espécies que gostam de umidade e outras nem tanto. Caso contrário, a planta pode morrer na área encharcada ou necessitar de muita rega em locais secos”, indica a paisagista. 
 
Existem inúmeras espécies de plantas, porém é preciso ter cuidado na hora de escolher.
 
“Em ambiente de sombra há, por exemplo, a Pacova, que gosta de um pouco de sol e claridade, a Bromélia fica muito bonita em jardim, variedades de Licuala e Latania que são palmeiras baixinhas com folhagem que se assemelha a um leque. Já as plantas de sol podem ser todos os tipos de Palmeiras, Fênix, frutíferas domo Jabuticabeira, Romã, Laranjinha, Limoeiro e aquelas plantas tropicais como Alpínia (que floresce bastante), Liconais, entre outras”, conta Daniela.
 
A manutenção do jardim deve ser periódica e, caso o proprietário não goste de fazer esse serviço, é aconselhável contratar um jardineiro ou um serviço terceirizado de empresas especializadas no assunto.
 
“Normalmente a conservação deve ser feita mensalmente. Porém, quando o jardim for muito grande, o ideal é que a manutenção seja feita toda a semana. Entre os cuidados que devem ser feitos, estão a poda de folhagens e gramado, adubar constantemente, regar tomando o cuidado com a quantidade de água necessária a cada uma das espécies, observar se a planta está gostando daquele tipo de solo  da quantidade de água e da insolação, pois algumas vezes,  é necessário fazer algumas alterações, porque no inverno pode acontecer de uma espécie que adora sol e está em um lugar super sombreado precisar de um lugar mais arejado. Tem também que fazer um controle de pragas, para retirar erva daninha, retirar cochonilha, pulgão e outras pragas que são comuns”, explica a paisagista. 
 
Para harmonizar, é possível usar pedrinhas, iluminação própria, caminhos, ornamentos para jardins, decks, bancos e diversos outros artifícios.
 
O estilo depende muito da proposta desejada.
 
Para conferir mais acesse www.danielasedo.com.br.
 
 
 
 

Crédito:Luiz Affonso

Autor:Daniela Sedo

Fonte:Universo da Mulher