Rio de Janeiro, 09 de Abril de 2020

Quando a sonhada aposentadoria se torna um pesadelo

Aposentadoria e depressão

Dor e apatia, nem sempre a aposentadoria se torna uma fase de descanso e prazer 

 


 

Especialistas afirmam que a grande razão da depressão pós-aposentadoria é a dificuldade em lidar com a perda financeira e da função social exercida. Geralmente o aposentado sente que não tem mais a importância simbólica e financeira de outrora e se deprime, apresentando sintomas como apatia, autocomiseração, baixa da libido, alteração do apetite, dores vagas e difusas, dores nas costas, abdominais, nas articulações, de cabeça, entre outras.   

 

A depressão pós-aposentadoria atinge todas as classes sociais, já que está relacionado ao papel que as pessoas exercem durante toda a vida familiar, principalmente no que tange as questões financeiras. Em muitos dos casos da depressão pós-aposentadoria, as dores reclamadas pelos pacientes estão associadas à enfermidade.  

Geralmente, o aposentado não se preparou para a transição da rotina de correria, de reuniões, de plena ocupação, para um dia a dia mais calmo e sem atribuições profissionais. Depois de dedicarem a vida à família e ao trabalho, os aposentados podem desenvolver a depressão por fatores já descritos pela medicina, como questões genéticas ou hormonais, por exemplo, mas também por fatores que podem estar associados à fase da vida em que se encontram, como:

 

- A debilidade física quando comparada a uma capacidade maior durante a juventude;

- A solidão, pela ausência dos filhos e demais familiares;

- A falta da ocupação que lhe oferecia o status e a importância que gozava quando atuava no mercado de trabalho. 

Sobre a depressão

 

O transtorno depressivo maior (TDM) atinge aproximadamente 121 milhões de pessoas no mundo e, de acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde, a depressão estará entre as principais causas de incapacidade nos países desenvolvidos em 2020, atrás apenas de doenças cardíacas isquêmicas. A depressão pode acometer qualquer pessoa, de qualquer idade, raça ou etnia; porém, as mulheres são quase duas vezes mais propensas a sofrer com a doença do que os homens. Apesar de ser um dos transtornos psiquiátricos mais comuns no sistema de saúde primário, é frequentemente sub-diagnosticada ou sub-tratada. Isso acontece, provavelmente, porque pessoas com depressão geralmente relatam os sintomas físicos ao invés dos emocionais: de 45% a 95% dos pacientes com TDM apresentam dores de cabeça, nas costas, nos ombros e no abdômen.

 

O objetivo principal do tratamento da depressão é a eliminação completa dos sintomas (remissão). Assim, ao tratar por completo os sintomas físicos e emocionais diminuem-se as chances de uma recaída da doença.  

Mais informações sobre a depressão:

 

- 72% dos pacientes não sabiam que dores vagas ou difusas, de cabeça, nas costas ou mesmo distúrbios gastrintestinais também eram sintomas da doença  

- 30% dos pacientes apresentam os sintomas físicos dolorosos por mais de 5 anos antes de receberem diagnóstico apropriado. Além disso, chegam a procurar um médico cerca de 5 vezes até ser constatado o quadro depressivo. Além disso, os pacientes com depressão e sintomas dolorosos associados, sentem dores em mais da metade do tempo em que estão acordados.  

Sobre o Cymbalta 

Cymbalta é um antidepressivo da classe dos duplos inibidores de recaptação de serotonina e noradrenalina com mecanismo de ação balanceado e potente. A serotonina e a noradrenalina são neurotransmissores responsáveis pelo equilíbrio das emoções e da percepção a estímulos dolorosos relacionados à depressão. A duloxetina é a mais moderna opção medicamentosa para o tratamento da depressão por agir nos sintomas emocionais (tristeza, ansiedade, humor depressivo) e físicos (fadiga, dores vagas e difusas no corpo) relacionados à depressão, além de apresentar bom perfil de tolerabilidade, aspecto importante para uma medicação que geralmente necessita ser utilizada por períodos longos.  

Sobre a Eli Lilly e Boehringer Ingelheim

Em novembro de 2002, Eli Lilly and Company e Boehringer Ingelheim assinaram um acordo de desenvolvimento e comercialização da cloridrato de duloxetina. Esta parceria abrange indicações na área de neurociência na maioria dos países fora dos Estados Unidos e Japão. 

Sobre a Boehringer Ingelheim

A corporação Boehringer Ingelheim é uma das 20 principais companhias farmacêuticas do mundo. Com matriz em Ingelheim, Alemanha, opera globalmente com 135 afiliadas em 47 países e 39.800 funcionários. Desde sua fundação em 1885, a empresa familiar é comprometida com a pesquisa, o desenvolvimento e a comercialização de produtos de alto valor terapêutico para a medicina humana e a animal. 

Em 2007, a Boehringer Ingelheim registrou vendas líquidas de € 10,9 bilhões, dos quais investiu um quinto das vendas líquidas de seu maior segmento de negócios de medicamentos sob prescrição médica em Pesquisa & Desenvolvimento. Para mais informações, por favor, visite www.boehringer-ingelheim.com.br 

Sobre a Eli Lilly

A Eli Lilly, uma empresa voltada à liderança no campo de inovações, desenvolve um crescente portfólio de produtos farmacêuticos com o perfil de melhor medicamento em suas respectivas classes terapêuticas, através de pesquisas de ponta em seus laboratórios ao redor do mundo, assim como através da colaboração de eminentes organizações científicas. Sediada em Indianápolis, Indiana, a Lilly fornece respostas – por meio de medicamentos e informações – para algumas das necessidades médicas mais prementes do mundo. Informações adicionais sobre a Lilly estão disponíveis no site www.lilly.com.br.

 

Crédito:Cris Padilha

Autor:André Silva

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